rádio piauí
Set 2022 10h56
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Para o episódio final da segunda temporada de A Terra é redonda (mesmo), o apresentador Bernardo Esteves foi a Campinas para visitar o Sirius, o equipamento mais caro e sofisticado que a ciência já teve. Ele acompanhou um experimento que está usando o acelerador de partículas para ajudar a desvendar a física da atmosfera por trás do aquecimento global.
O episódio mostra como a ciência é imprescindível para explicar os mecanismos da emergência climática e para apontar caminhos para minimizarmos seus impactos e nos adaptarmos a um mundo mais quente. Se continuarem os cortes de recursos federais para a ciência – que vêm desde o segundo mandato de Dilma Rousseff e se acentuaram no governo Bolsonaro –, corremos o risco de fazer um voo cego em plena crise.
O episódio conta com depoimentos dos seguintes entrevistados:
– Luciana Noronha, assessora de imprensa do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que abriga o Sirius;
– Raul Freitas, físico do CNPEM e coordenador da linha de luz Imbuia, do Sirius;
– Fernando Gonçalves Morais, físico e técnico do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP);
– Marco Aurélio Franco, físico e pós-doutorando no Instituto de Física da USP;
– Mercedes Bustamante, ecóloga, pesquisadora da Universidade de Brasília e integrante da Coalizão Ciência e Sociedade;
– Sérgio Rezende, físico, pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco, ex-ministro da Ciência e Tecnologia;
– Natalie Unterstell, especialista em políticas públicas ambientais e presidente do Instituto Talanoa;
– Antônio José Roque da Silva, físico e diretor-geral do CNPEM.
Esse episódio marca o fim da segunda temporada de A Terra é redonda (mesmo), que aproveitou a campanha eleitoral para discutir as principais ameaças ao meio ambiente e os maiores desafios que o Brasil tem para se preparar para o mundo da emergência climática. A temporada foi realizada em parceria com o Instituto Talanoa, com produção da Trovão Mídia.
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