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Março 2026O labirinto
A rede internacional de blindagem e riqueza de Ricardo Magro, o maior sonegador do país
Arthur Guimarães e Breno PiresContra o mundo
A autodestruição do poder americano e o fim de uma era
Robert KaganDo crédito público ao descrédito democrático
A recente explosão da riqueza financeira desmistificou a meritocracia capitalista
André Lara ResendeO insubmisso
O caminho difícil do jornalista Lúcio Flávio Pinto
João Moreira SallesBreviário do escritor
Trinta e cinco conselhos para escrever um romance
Natalia GinzburgDr. Moraes and Mr. Barci
No estranho caso de Xandão, é óbvio que algo está saindo do controle
Fernando de Barros e SilvaO salto e o susto
A primeira campanha presidencial de Lula em 1989 e a reação das elites
Fernando MoraisNovo mundo
Um ensaio inédito sobre a construção de Brasília
Armando AntenoreNa boca do lobo
Pequena história de um desastre coletivo
Felippe AníbalDas ist kaputt
Até quando os esquilos vão caçoar da minha pronúncia em alemão?
Luís Henrique Marques RibeiroÀ deriva
Trinta belugas sob ameaça de morte no Canadá
Mônica ManirSe eu fosse um esporte, seria o curling
Passei a manhã com um copo de leite morno vendo os Jogos Olímpicos de Inverno
Música de mortos suaves
A vida era aquilo para eles desde sempre
Ricardo Guilherme Dickecartuns
Alberto Benett
COLABORADORES
[Capa], artista plástico, assina a direção de arte do jogo virtual Lampião Verde: a maldição da botija.
[O labirinto, p. 14] foi jornalista investigativo da TV Globo e atualmente cria documentários e séries para streaming. Breno Pires é repórter da piauí, baseado em Brasília. Ilustração de Beto Nejme.
[Se eu fosse um esporte, seria o curling, p. 21] é documentarista e escritor. Dirigiu O canto livre de Nara Leão, Narciso em férias e Uma noite em 67, entre outros. Ilustração de Caco Galhardo.
[Do crédito público ao descrédito democrático, p. 28] é doutor em economia pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e foi um dos idealizadores do Plano Real. Seu livro mais recente é Camisa de força ideológica (Portfolio-Penguin).
[Das ist kaputt, p. 38] é jornalista brasileiro residente em Berlim, doutor em cinema e audiovisual pela Universidade Federal Fluminense e mestre em letras pela Universidade Federal da Paraíba. Fotografia de Guglielmo di Chiara.
[Na boca do lobo, p. 54], é jornalista, autor do livro Waltel Branco: o maestro oculto (Banquinho Publicações).
[Breviário do escritor, p. 72], escritora italiana, publicou As pequenas virtudes, Léxico familiar e A cidade e a casa – todos pela Companhia das Letras, que lançou neste ano As vozes da noite, com tradução de Iara Machado Pinheiro, que também traduziu o texto desta edição. Ilustração de Caio Borges.
[Poesia, p. 79] é escritora, poeta e pesquisadora, doutora em literatura pela Universidade de Brasília. Publicou Planta oração (editora Nós), indicado ao Prêmio Jabuti. Ilustração de Valentina Fraiz.
Ilustrações de Esquina por Andrés Sandoval.
[Dr. Moraes and Mr. Barci, p. 6] é repórter da piauí e apresentador do Foro de Teresina. Ilustração de Nadia Khuzina.
[Cartuns a partir da p. 16], cartunista, é sócio fundador do jornal Plural, de Curitiba. Chargista da Folha de S.Paulo, publicou Amok: cabeça, tronco e membros (Mórula) e Anedonia (Arte & Letra).
[O salto e o susto, p. 22] é jornalista. Foi deputado e secretário da Cultura e da Educação do estado de São Paulo. É autor de A ilha, Olga e Chatô (todos pela Companhia das Letras). O texto foi extraído de um capítulo do volume 2 de Lula: biografia, a ser lançado neste mês pela Companhia das Letras.
[Contra o mundo, p. 32] é colaborador da revista The Atlantic e pesquisador sênior da Brookings Institution. Publicou Do paraíso e do poder e O retorno da história, e o fim dos sonhos (ambos pela Rocco). Tradução de Isa Mara Lando.
[O insubmisso, p. 44] é documentarista e fundador da piauí. Dirigiu Minha terra estrangeira, No intenso agora, Santiago, Entreatos e Notícias de uma guerra particular. É autor de Arrabalde: em busca da Amazônia (Companhia das Letras).
[Novo mundo, p. 60] é editor da piauí, autor de Júlia e Coió, Rita Distraída e Sorri, Lia! (Edições SM). Fotografias de Geraldo Vieira.
[Música de mortos suaves, p. 76], escritor mato-grossense, é autor de Madona dos páramos (Record) e Cerimônias do sertão (Carlini & Caniato). O conto faz parte da coletânea Música de mortos suaves, organizada por Rodrigo Simon de Moraes, a ser lançada neste mês pela Record. Ilustração de João Pinheiro.
[À deriva, p. 82] é jornalista. Publicou Por um ponto final (Com-Arte) e Diário de uma fadiga (Cancioneiro).

